Livro – Lua Nova

Lua Nova

Gênero: “Lobisomens”

Conceito: 2

No segundo livro da Série Crepúsculo, Bella tem uma grande decepção. Após provocar uma perturbadora reação em Jasper ao se cortar com um papel de presentes, a família Cullen resolve deixar Forks e Edward abandona Bella para sempre. “Será como se eu nunca tivesse existido”, afirma Edward antes de partir.

Meses se passam até que Bella comece a se recuperar. Ou, pelo menos, a tomar consciência novamente do que se passa ao seu redor. As palavras finais de Edward começam a fazer algum efeito: A lembrança de sua voz e de seu rosto vai perdendo cada vez mais a nitidez.

É na primeira noite em que Bella tenta recuperar o passo de sua antiga vida que ela tem uma revelação. A voz e o rosto de Edward podem voltar. Ao se expor a um perigo mortal com estranhos na cidade de Port Angels, Bella tem uma espécie de alucinação, onde seu amado reaparece pedindo que ela cumpra sua parte no trato: Manter-se viva.

Disposta a quebrar sua promessa e ver novamente flashes de Edward, Bella toma uma decisão: Será tão imprudente quanto puder. Só que para isto precisará de ajuda. E a ajuda está em La Push, com seu amigo – e mais novo lobisomen – Jacob Black.

C0mentário: Bem superior ao Crepúsculo, em todos os sentidos: O argumento central é mais interessante, o livro é mais rico em histórias paralelas e há mais conflito para além do “ele me ama? ele não me ama?” do primeiro livro. Além do mais a história de Lua Nova torna mais fácil acreditar que há de fato uma Mitologia própria na Série Crepúsculo. Se você comparar o universo mitológico que é apresentado no primeiro livro com Harry Potter, Senhor dos Anéis, até com Lost🙂, você só pode pensar “nossa, mas que pobreza”. Mas não, em Lua Nova a coisa toda dos Lobisomens índios e dos vampiros vegetarianos que brilham na luz fica um pouquinho mais convincente.

É um livro bem adolescente, então tem que estar com vontade de matar tempo para ler. Por exemplo, para mim, no centro cirúrgico, quando não estou em campo, é um bom negócio, ler no meio do barulho, poder parar e voltar no meio dos capítulos sem perder o fio da meada, como aconteceria em uma história mais complexa. De toda forma, a matação de tempo fica bem mais agradável na seqüencia da série. Admito que pensei em jogar fora o Crepúsculo um par de vezes. Com o Lua Nova isto não se repetiu. E eu acho a Stephenie Meyer uma escritora razoavelmente boa. Muito pior que muita gente, mas muito melhor (técnicamente falando) do que a Lauren Weisberger, por exemplo. Eu acho que ela vai evoluir muito à medida em que for escrevendo outros livros. E por mais fútil que sejam os livrinhos sobre os vampirinhos adolescentes, é o primeiro livro de milhares de pessoas. Não consigo achar isso pouco coisa. Eu acho positivo que pessoas leiam, mesmo que seja sobre gente que brilha na luz.

Comecei o Eclipse. Aguardem ai na seqüência😉

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